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23/11/2016 Simpósio de Aves debateu inovação e bem-estar na programação AVISULAT 2016

Durante toda a manhã o AVISULAT 2016 sediou o Simpósio Técnico Agroindustrial de Aves. As palestras abriram espaços para questionamentos do público e abordaram temas importantes para a área técnica do setor, como a questão energética, a automação industrial e o bem-estar dos animais criados.

A primeira palestra foi comandada por Mauro Machado, representante da Eurofins/Alac, que levou ao simpósio o tema “Dioxinas e Furanos na Cadeia de Produção de Proteína Ambiental”, buscando apontar ao mercado os perigos e formas de controle dos produtos tóxicos para não prejudicar a produção. Em seguida, Júlio Cézar Assmann, da empresa Ludfor Consultoria em Energia, apresentou a palestra “Mercado Livre de Energia - Cenários, Oportunidades e Riscos”. Além de comentar sobre o cenário atual da energia no país, Assmann destacou ainda prós e contras do mercado, desafios e as perspectivas para 2017. “Esse não é o momento de comprar energia, mas no período entre março e abril com certeza será mais interessante para as empresas buscarem a migração”, destacou.

A terceira palestra do dia foi ministrada por representantes da Meyn do Brasil. A empresa, que trabalha com soluções em máquinas e equipamentos industriais, apresentou um pouco da sua história a partir de um dos pilares daquilo que acredita: “inovar é encontrar soluções”. A apresentação ainda expôs as tendências do mercado para até 2020.

O professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Fernando Cruz, palestrou sobre os impactos nutricionais e ambientais que afetam a qualidade óssea de frangos de corte. Conforme ele apresentou ao público, o problema nas patas dos frangos é um dos grandes prejuízos ao setor, considerando-se que custa cerca de R$ 4 bilhões por ano. Além da alta mortalidade, as fraturas nas patas causam ainda má qualidade na casca do animal. Cruz explicou ainda que “nunca se produziu tanta carne em tão pouco tempo”, visto que em 1930 era necessário aguardar 15 semanas para o abate, enquanto atualmente esse prazo diminuiu para 40 dias. As consequência dessa rapidez, segundo ele, podem ser mortais. “A indústria quer acrescentar peso ao animal, sem se preocupar com a nutrição”, declarou ele.

Para fechar a programação do simpósio foram destaques ainda a palestra da fiscal federal agropecuária Lizie Pereira Buss, que dissertou sobre atualização das informações sobre bem-estar animal na avicultura de corte brasileira. Encerrando o dia, uma mesa-redonda sobre a indústria do setor foi mediada por Adriano Guahyba, da MAPA, com os debatedores Carlos de Leon, da BRF, e Paulo Roberto Pelissaro, da JBS

Fonte: Reverso Comunicação Integrada 

 
 

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